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Pilares ESG e a inclusão de profissionais 50+ no ambiente de trabalho

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foto de profissionais maduros diversos em ambiente de trabalho

Ética, Sustentabilidade e Governança (ESG) são princípios que transcendem o âmbito corporativo e têm o poder de moldar não apenas a atuação das empresas, mas também as dinâmicas sociais. Nesse artigo vamos explorar como esses pilares podem ser potencializados para combater o etarismo e promover um ambiente de trabalho mais inclusivo para profissionais com 50 anos ou mais, utilizando indicadores sociais.

  1. Diversidade Geracional como Indicador Social: A diversidade etária no ambiente de trabalho pode ser medida como um indicador-chave. Empresas comprometidas com o ESG devem considerar a representatividade de diferentes faixas etárias em seus quadros, refletindo um compromisso com o patrimônio e a inclusão.

  2. Participação em Tomadas de Decisão: A inclusão de profissionais maduros em processos decisórios pode ser mensurada como um indicador de governança corporativa sensível às necessidades de uma força de trabalho diversificada. Essa participação contribui para uma gestão mais abrangente e consciente.

  3. Impacto Social Positivo na Comunidade: As empresas medem o impacto social positivo que geram na comunidade, especialmente ao apoiar iniciativas inovadoras para profissionais mais experientes. Participar ativamente na construção de uma sociedade inclusiva é um componente crucial do ESG.

  4. Equidade Salarial: Uma análise da equidade salarial entre diferentes faixas etárias é um indicador sensível de justiça social. Garantir que profissionais com 50 anos ou mais recebam remunerações justas por suas habilidades e experiências é fundamental para combater práticas discriminatórias e promover um ambiente de trabalho equitativo.

  5. Adaptações no Ambiente de Trabalho: A existência de adaptações no ambiente de trabalho para atender às necessidades específicas dos profissionais mais maduros é um indicador de sensibilidade corporativa. Isso pode incluir medidas como flexibilidade no horário de trabalho, acessibilidade física e tecnológica, demonstrando um compromisso real com a inclusão e o respeito à diversidade geracional.

  6. Saúde e Bem-Estar: Monitorar indicadores relacionados à saúde e bem-estar dos colaboradores mais maduros é crucial. Iniciativas que promovem a saúde mental, física e emocional desses profissionais orientados para um ambiente de trabalho sustentável e alinhados aos princípios do ESG.

  7. Diversidade Etária nas Estruturas de Liderança: O indicador mais tangível da inclusão de profissionais com 50 anos ou mais é a presença deles em cargos de liderança. A análise da diversidade etária nessas posições-chave reflete a verdadeira incorporação dos princípios sociais do ESG, não apenas a inclusão, mas também a influência nas decisões estratégicas.

  8. Avaliação da Percepção de Inclusão: A realização de pesquisas específicas sobre a percepção de inclusão entre os colaboradores mais experientes é um indicador qualitativo valioso. Essa análise fornece insights sobre o ambiente de trabalho percebido por esses profissionais, ajudando a ajustar políticas e práticas de maneira mais precisa.

  9. Diversidade Etária nas Contratações e Promoções: Avaliar a presença de profissionais com 50 anos ou mais nas contratações e promoções é crucial. Isso não apenas reflete o comprometimento da empresa com a inclusão, mas também evidencia oportunidades iguais para todos os grupos etários. Avaliar o acesso igualitário às oportunidades de aprendizado e crescimento profissional é fundamental. As empresas comprometidas com o ESG devem garantir que os profissionais mais experientes tenham acesso a treinamentos e desenvolvimento de habilidades, promovendo igualdade de oportunidades.

  10. Índice de Diversidade Etária: Este indicador quantifica a presença de profissionais mais maduros em diferentes níveis hierárquicos e áreas da organização. A meta é atingir uma representatividade que reflita a diversidade demográfica da sociedade, destacando o compromisso da empresa em abraçar a inclusão etária.

  11. Retenção de Talentos Maduros: A taxa de retenção é um indicador sensível que reflete a satisfação e a integração dos profissionais mais experientes na empresa. Uma alta taxa de retenção sugere um ambiente de trabalho favorável, onde esses colaboradores encontram valor e oportunidades contínuas de desenvolvimento.

  12. Avaliação do Ambiente Inclusivo: Pesquisas de clima organizacional específicas para esse grupo demográfico oferecem insights sobre a percepção da inclusão. Essa avaliação é fundamental para compreender como os profissionais maduros se sentem em relação ao ambiente de trabalho, identificando áreas que demandam melhorias.
  13. Participação em Iniciativas Sociais: Avaliar a participação ativa de profissionais com 50 anos ou mais em iniciativas sociais promovidas pela empresa evidencia um comprometimento além dos limites organizacionais. Isso reflete a responsabilidade social corporativa e destaca o papel ativo desses profissionais na construção de uma sociedade mais justa e equitativa.

Ao integrar esses indicadores sociais à abordagem ESG, as empresas não apenas fortalecem sua posição no mercado, mas também se tornam agentes de mudança social. A combinação de práticas sustentáveis, inclusivas e socialmente responsáveis não atende apenas às expectativas do mercado, mas também contribui para a construção de um ambiente de trabalho verdadeiramente progressista e ético.

Foto de Cris Sabbag, CDO e Principal Researcher da Talento Sênior

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